terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ah, de novo não!!!

Ai, gente. Não sei vocês, mas eu não aguento mais ouvir um determinado programa de rádio que vai ao ar das 11 as 13 hs. O bendito do locutor insiste em tocar nos mesmos assuntos todo santo dia, gente! É doação de terreno público para particulares, é falar mal de todo mundo, chamar vereador de "corja",se escondendo atrás da batina do padre (que também chamou, mas quem é doido de processar o padre, né?) Gente, esse programinha não tem pauta não? Parece gravação do dia anterior, a mesma ladainha, "misericredo". Sempre falo e não me canso. Não gosto de ouvir nenhuma rádio daqui de Monlevade, até gostava antes, mas agora que todas elas são de propriedade de políticos, não tem mais graça nenhuma. Em uma descem a lenha no atual prefeito e defendem o ex, na outra bajulam o atual até doer e arrancam o couro do ex(durma-se com um barulho desses. Eu ouço a Alfa de Nova Era, Jovem Pan, Pontal de Itabira e a minha preferida é a Caraça também de Itabira( e olha que meu amigo Vagner Ferreira também faz um programa de duas horas, fala o tempo inteiro e é um sucesso, hein!). Quase não toca músicas, já que se trata de um programa de utilidade pública, mas quando isso acontece, são somente músicas de primeira. Lá não tem Tchan, essa via sacra de bizarrices que se tornou a MPB.
Esse locutorzinho de meia pataca daqui devia ter umas aulas com o Vagner prá aprender a fazer programa. Sinceramente, não dá para aproveitar uma só vírgula.
Um recado prá você, fumaça de locutor: Vê se faz pauta dessa coisa aí que você chama de programa ou fecha essa bagaça e vai aprender a fazer programa de rádio, tá? E pode me xingar, espernear, rolar no chão e arrancar os cabelos. Não vou deixar de dormir com isso.
Abraço.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

E o ENEM, hein?

E mais uma vez o ENEM(Exame Nacional do Ensino Médio) foi um fiasco total. Começou como o vazamento da outra prova, fraudes, e agora apresentou erros de impressão, isso prá começar. Ah, e eu ainda me esqueci de citar algumas ocorrências aqui em Minas que culminaram por engrossar o número de abstenções. Houve casos de um ônibus inteiro com mais de 50 alunos que iam prestar a prova e que chegaram com alguns minutos de atraso e não puderam adentrar ao local das provas na grande BH. Outro caso foi de falta de energia por mais de duas horas, que deixou os alunos bastante nervosos, já que passaram o ano todo estudando. Era cabeçalho trocado de um lado, falta de informação do outro por parte dos aplicadores que se mostraram totalmente despreparados, entre outras coisas. No RJ um caso chamou à atenção, uma mãe  que não quis se identificar disse que pediu ao Inep uma sala especial para que a filha, com catapora, fizesse a prova isolada. A resposta chegou por e-mail, dizendo que ela precisaria ter avisado da necessidade no ato da inscrição, dois meses atrás, quando a mãe nem imaginaria que a filha contrairia a doença. Imagina a cena, gente! -"Moço, minha filha está com catapora e precisa fazer prova em outra sala para não contaminar os demais alunos, pode ser?" R: "Minha senhora, a senhora deveria ter avisado da doença há dois meses"(depois isso cai no Casseta e Planeta e o povo reclama).
A menina acabou fazendo a prova em uma sala comum, com outros alunos.
No sábado, o ministério informou que o aluno que se sentisse prejudicado poderia enviar um requerimento, para que os casos fossem analisados. Neste domingo, na página do MEC no Twitter, um comunicado dizia que os alunos que já "dançaram" no exame e tentam tumultuar as redes sociais estão sendo monitorados e acompanhados e o Inep pode processá-los." Eita, dança, gatinho, dança!".
É, minha gente, e diante disso a Justiça não encontrou outra alternativa que não pedir a anulação do referido exame.Agora o Fernando Haddad terá que ir ao Senado dar explicações sobre essa bagunça, isso se o pobre conseguir, né? Nem Freud explica essa bandalha.
O negócio é esperar, a Justiça suspendeu em caráter liminar, cabe ao MEC correr atrás do prejuízo.
Bom, é isso.