domingo, 26 de setembro de 2010

Beira à bizarrice.

Coisa boa prá rir ultimamente era o horário político, pena que acabou. Em casa, ele estava páreo a páreo com outros programas de humor exibidos aos montes na TV. A gente só tomava o cuidado de não comer vendo TV, para não engasgar(não façam isso em casa, crianças, a tia faz  mas é péssimo).
Pior do que as caras que os caras fazem quando não têm nada prá dizer, são os nomes deles. Gente, é um mais estranho do que o outro. Como vocês sabem, eu também sou twitteira e um dos meus seguidos é o titio Bonner. Eu fico imaginando o pobre falando esses nomes no JN. Entre os 1.679 candidatos a deputado estadual e federal em Minas, o eleitor vai encontrar pelo menos 6% se apresentan do com nomes que beiram o bizarro. A criatividade deles passa por alusões à comida, animais, comediantes e até escatologia. Mas, no que se refere às propostas para o eleitorado, os candidatos demonstram que dedicaram pouco tempo ao desenvolvimento do tema.
Nomes vistos por milhares de pessoas como: Geraldo da Carroceria, João Rasgado, Reginaldo Tristeza, Mim Mesmo, Breoso, Chocolate, Canjiquinha, e por aí vão, acabam por ganhar o gosto popular e, segundo o cientista político da PUC, Gilberto de Barros, acredita que tais denominações acabam por atingir as classes sociais mais baixas, o que pode levar qualquer um desses candidatos à Câmara dos Deputados.
E eu ainda continuo com peninha do titio Bonner, acho que vou sonhar com ele tentando ler e morrendo de rir de nomes como "Rola Bosta". Nem eu me aguento escrevendo isto (risos).
Ai, ai, parem o mundo que eu quero descer.

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